Este blog está em construção, tenha paciência

Eu estou aprendendo a mexer em liguagem HTML na marra, vai demorar até me acostumar.

Confira aqui a análise de Dishonored

Um jogo de habilidades furtivas e estratégias em nome da vingança.

Tomb Raider analisado

Saiba mais sobre o novo jogo da série

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Novo Tomb Raider poderia ser melhor


Análise de Tomb Raider

Por Mateus Freire


     Mais uma vez, Lara Croft resolve dar as caras nos videogames. Lançado dezessete anos após o primeiro jogo da série e sendo o décimo título já produzido, Tomb Raider criou grandes expectativas nos jogadores muito antes de seu lançamento. Mas será que essas expectativas foram alcançadas?






TOMB RAIDER 2013 (A survivor is Born)
Desenvolvido por: Crystal Dynamics
Publicado por: Square Enix
Lançamento: Março de 2013
Plataformas: PC, Playstation 3 e X-Box 360
Gênero: Ação/aventura em terceira pessoa
Faixa Etária recomendada: 17 anos




Rainha Himiko
     Himiko foi uma rainha japonesa conhecida por participar de cultos misteriosos e pelos seus poderes xamanísticos. Ela supostamente teria vivido em Yamatai, um país localizado no antigo Wa, o que hoje conhecemos por Japão. Documentos chineses oficiais comprovam a existência dessa rainha, mas ao mesmo
Triângulo do Dragão
tempo, historiadores, arqueólogos e lingüistas ainda tentam desvendar onde se localiza o antigo país chamado Yamatai. Muitos deles acreditam que Yamatai está situado em algum lugar dentro do Triângulo do Dragão, uma região extremamente perigosa devido às fortes tempestades capazes de naufragar navios e derrubar aeronaves.



O Endurance
      E é a partir dessa lenda que o jogo Tomb Raider surge. Uma expedição é montada para encontrar uma cidade perdida em pleno território japonês, viajando com o navio Endurance. A tripulação é ridícula comparada ao tamanho do navio: oito pessoas. Além de Lara Croft nós temos o arqueólogo chefe, uma mecânica, o capitão do navio, um cozinheiro, um caçador de recompensas, uma cinegrafista e um técnico de informática.


Tripulação do Endurance
 Ao que me parece, foram escolhidos de forma aleatória. Nenhum desses personagens é carismático a ponto de fazer você se importar com eles. Na verdade, é incrível como quase todos esses personagens não tem relevância na trama. Alguns deles conseguiram chegar ao ponto de ser irritantes, como por exemplo Reyes, a mecânica abusada que fica o tempo todo reclamando ou o Dr. Whitman, o arqueólogo incompetente que não sabe fazer nada direito.


     Como é de se esperar, quando o Endurance entra no Triângulo do Dragão é recebido com uma tremenda tempestade. O navio naufraga próximo a uma ilha que, posteriormente, eles descobririam se tratar de Yamatai. Lara se perde do resto da tripulação e acaba sendo raptada por pessoas que já habitavam aquela ilha. Ela acorda em uma caverna estranha, onde certamente são feitos rituais macabros. Seu objetivo agora é conseguir fugir da caverna, encontrar seus amigos e descobrir uma forma de abandonar a ilha.
Lara e o arco
     No começo do jogo, Lara utiliza apenas um arco encontrado no corpo de um homem morto na floresta. Esse arco vem a ser uma das mais importantes ferramentas do jogo, já que ele serve não apenas como arma, mas também como um lançador de cordas que podem ser usadas para fazer travessias ou para puxar objetos. Já as flechas podem ser melhoradas e se tornar incendiárias. Em alguns momentos, Lara pode tentar utilizar uma abordagem furtiva atirando com arco, que produz pouco som. Para dar certo, ela deve acertar um tiro certeiro, caso contrário o inimigo saberá que está sendo atacado. Também pode atirar flechas para distrair inimigos. Tais elementos furtivos são extremamente interessantes, mas não funcionam tão bem quanto deveriam. O número de inimigos na maior parte do jogo não é grande e, além disso, eles andam muito próximos uns dos outros. Quando um deles é morto, quem está ao seu lado instantaneamente percebe e grita por ajuda. Sem contar que, muitas vezes, ao entrar em certos ambientes, Lara já é percebida.
Flechas e cordas = Tirolesa
Caçando











     A medida que o jogo vai progredindo, novos equipamentos vão sendo descobertos e passam a ser carregados por Lara, como por exemplo o machado de escalada, a pistola e o rifle. Vale ressaltar que todos os equipamentos usados por ela no começo do jogo são bastante improvisados e pouco efetivos. A medida que Lara coleta os fragmentos espalhados pela ilha, que se encontram dentro de caixas, ela pode fazer atualizações em seus equipamentos. Esse sistema de atualizações funciona muito bem e estimula o jogador a explorar a ilha em busca de mais fragmentos.
     Além disso, também estão escondidos no mapa documentos, relíquias e peças de GPS. Os documentos são relatos dos antigos habitantes de Yamatai, dos tripulantes do Endurance e dos atuais habitantes da ilha. Eles fornecem informações complementares a respeito do passado e do presente daquela ilha misteriosa. Curiosamente, se você quer entender a trama do jogo, terá de coletar esses documentos, pois o modo história definitivamente não é bem explicado. As relíquias nada mais são que vestígios deixados pelos antigos habitantes de Yamatai. Já as peças do GPS, quando coletadas, exibem a posição dos demais itens coletáveis. Mais uma vez somos incentivados a interagir com o mapa do jogo. Toda vez que Lara encontra algum desses itens ela ganha experiência.

Melhoria de arma
Relíquia
    Com a experiência adquirida pela coleta de itens, eliminação de inimigos ou outra forma, Lara ganha pontos. Esses pontos podem ser trocados por habilidades específicas entre três seções diferentes: Caçadora, combatente e sobrevivente. Assim como a melhoria de equipamentos, esse sistema funciona muito bem.

     O jogo Tomb Raider se passa em mundo aberto, diferente de outros jogos de ação e aventura em terceira pessoa. O mapa é bem extenso com várias regiões que
podem ser exploradas, como florestas, a praia, uma favela, bunkers, tumbas e catacumbas. A ambientação do jogo é fantástica e garante uma grande imersão. É possível retornar a maioria dos lugares pelos quais Lara já passou, o que facilita bastante a busca pelos itens que não foram encontrados. Já alguns lugares só podem ser acessados uma única vez durante toda a campanha.
     Com isso, não podemos deixar de fazer uma comparação entre os jogos da série Batman Arkham. Tomb Raider se assemelha bastante a eles em relação aos pontos que podem ser trocados por habilidades, equipamentos que vão sendo adquiridos e podem ser melhorados e pelo cenário aberto.
     O jogo possui muitas cenas de ação cinematográficas de ótima qualidade e criatividade. Fugir de desabamentos, incêndios e explosões é sempre muito divertido e consegue impressionar. Em muitos 
Oppaaa
momentos, Lara é obrigada a escalar, fazer saltos perigosos e descer em tirolesas. Tudo isso contribui para criar uma atmosfera de ação intensa. É difícil evitar a comparação com a franquia exclusiva da Sony Uncharted, já que as sequências de ação seguem o mesmo estilo. Com certeza podemos perceber grande influência dos jogos protagonizados por Nathan Drake.



Momento da vertigem
     O jogo possui também alguns quebra-cabeças (puzzles) muito bem elaborados, nos quais devemos achar a solução usando nossos próprios itens e o que o ambiente dispõe. Também se é trabalhado com elementos naturais, tais como o vento, o fogo e a eletricidade. Esses desafios são encontrados nas tumbas e são, na grande maioria, opcionais. Para que você se concentre mais no que está a sua volta, pode inclusive utilizar o “instinto de sobrevivência”, um mecanismo criado para iluminar tudo aquilo considerado importante para a resolução do quebra-cabeça. Eu pessoalmente recomendo experimentar todos, pois eles representam um dos maiores motivos de se jogar Tomb Raider.
     É possível caçar animais no jogo, mas não foi dada muita importância a isso. Lara recebe apenas experiência. A variedade de animais é pequena e inclui lobos, javalis, caranguejos, galinhas, etc.
     Os gráficos do jogo estão bons, mas nada excepcional. Já a movimentação de Lara muitas vezes é imprecisa, o que pode atrapalhar a jogabilidade. Durante a campanha, Lara se machuca diversas vezes e suas cicatrizes permanecem até o final do jogo, assim como sua roupa também permanece rasgada.                                                                        
Muitos inimigos usam arco
     É engraçado ver que, ao contrário de Lara, os personagens secundários permanecem inalterados até o final da história, como se tivessem acabado de sair do banho. Outra falha perceptível é a falta de movimentação dos lábios dos personagens secundários. Tomb Raider dispõe de um modo multiplayer que foi bastante criticado e considerado por muitos jogadores como desnecessário.
     A munição do jogo é tão farta que o jogador só ficará desesperado se tiver uma mira muito ruim. Isso deixa o jogo bem mais fácil e eu considero um ponto negativo. O jogo possui três níveis de dificuldade e, se você não for um jogador experiente, eu recomendo jogá-lo no médio. Tomb Raider possui muitas cenas de violência e é recomendado para maiores de 17 anos de idade. O jogo foi lançado com legendas em português do Brasil,
porém o áudio não foi traduzido.
Muitos inimigos usam fogo
     Tomb Raider é um bom jogo que traz de volta uma das mais significantes personagens dos videogames com uma nova perspectiva. É bom saber que boas ideias estão sendo reaproveitadas e aprimoradas. Mas ainda deixa a desejar em vários aspectos. Espero que a Crystal Dynamics corrija essas falhas nos seus próximos jogos e ao mesmo tempo parabenizo pela coragem de dar um passo a frente com essa famosa franquia.

+ Cenas de ação
+ Mundo aberto
+ Desafios criativos e inteligentes
- Multiplayer desnecessário
- Enredo fraco
- Personagens secundários pouco desenvolvidos

Nota do Mateus: 8 (Um bom jogo)

Foto do PS4 vaza do site do Amazon!!

Hoje o site norte-americano Amazon revelou inintencionalmente as fotos do mais novo console da Sony. O PlayStation 4 virá com um visual muito limpo e moderno. Em sua parte dianteira suportará até 2 entradas usb. E por enquanto é só o que sabemos dele.



Só que não. Primeiro de abril.
(bazinga)

Decepção




Atualmente estou jogando o God of War Ascension. Ainda estou no começo (ou pelo menos espero estar) e já percebi que esse jogo não vai ser nem metade do que eu esperava. Talvez eu esteja enganado. O jogo pode ainda me surpreender. Eu duvido muito. Decepção, Santa Monica, decepção...

Enfim, quando terminar o jogo, vou escrever a minha análise e postar aqui pra quem quiser ler.

Análise de Dishonored


                                                                Por Mateus Freire


     No final de 2012 muita gente teve um susto bem positivo. Dishonored foi lançando em outubro e definitivamente conseguiu superar expectativas. Não é a toa que levou um dos prêmios do VGA. E com certeza esse é um dos jogos que nós devemos conhecer e saber o motivo de seu sucesso.



DISHONORED

Desenvolverdor: Arkane Studios
Publicado por: Bethesda
Lançamento: Outubro de 2012
Gênero: Ação em primeira pessoa











     Em Dishonored nós controlamos o personagem Corvo Attano, o guarda-costas da imperatriz Kaldwin. Um complô contra a imperatriz acontece e ela é assassinada na frente de Corvo e também de sua filha Emily, que por sua vez é seqüestrada. Para piorar toda a situação, Corvo é acusado pelo assassinato da imperatriz e é levado a prisão enquanto o verdadeiro traidor, chamado Hiram Burrows, assume o controle da cidade de Dunwall, onde se passa toda a trama do jogo.



     Corvo passa os próximos seis meses de sua vida na prisão sem poder fazer absolutamente nada para provar sua inocência. Depois de um longo tempo de julgamento é sentenciado à morte. Mas antes que isso aconteça, ele recebe uma ajuda inesperada. A chave de sua cela misteriosamente aparece dentro de sua refeição. Com a ajuda de um aliado até então desconhecido, Corvo consegue escapar da prisão.
     Sua missão agora é descobrir o paradeiro da filha da imperatriz, Emily Kaldwin, e se vingar daqueles que desonraram seu nome, daí o motivo do título do jogo Dishonored, o Desonrado.

        Dunwall com certeza não é o melhor ambiente para se viver. A cidade, baseada na Inglaterra do século XVII, tem como principal atividade econômica a pesca de baleias. A carne é consumida pelos habitantes, o óleo é extraído para ser utilizado em máquinas como fonte de energia e seus ossos são comercializados como itens raros. Em vários momentos do jogo encontramos livros que falam sobre a caça às baleias ou podemos ver os navios transportando os animais. Recentemente a cidade foi tomada por uma peste de ratos que espalharam uma doença mortal, possivelmente trazida dos navios baleeiros. Aqueles que são ricos ainda conseguem comprar o elixir que impede que a doença se desenvolva em seus corpos. Já os pobres estão jogados ao léu. Os doentes são mortos e jogados no mar. As ruas já se encontram cheias de cadáveres, moscas, ratos e podridão. As casas têm cheiro de morte. Os sobreviventes procuram refúgio nos prédios abandonados tentando ficar o mais longe possível dos ratos. A comida acaba. A água está contaminada. E é exatamente esse um dos mais fantásticos aspectos de Dishonored. A ambientação do jogo é muito boa. É real, é lúgubre, é decadente.

     O jogo tem uma perspectiva de primeira pessoa e seu gênero é de ação. Muitas pessoas definem esse jogo como Stealth, mas eu acho que essa definição não é muito correta. Eu prefiro dizer que cada jogador escolhe a maneira que mais lhe convém: Você pode ser sorrateiro como um rato e evitar ser visto, usar
armas não letais e esconder os corpos daqueles que você deixou inconsciente pelo caminho; ou você pode ser violento e mais prático, inconseqüente de suas ações. Fica a seu critério. Se você quer finalizar esse jogo sem ser visto ou sem ter matado qualquer um dos inimigos, com exceção daqueles que são necessários para a história do jogo, você pode fazer isso, embora isso seja extremamente difícil. O jogo possui quatro níveis de dificuldade, onde há o aumento da resistência dos inimigos, ou seja, eles
ficam mais fortes e mais é mais difícil derrotá-los; como também a percepção em relação a sua presença, sendo mais difícil não ser notado.
      No arsenal do jogo nós temos uma pistola, uma besta, granadas normais, granadas pegajosas, uma espada e a navalha primavera. A pistola é extremamente eficaz, mas faz bastante barulho e chama atenção. A besta é uma ótima arma silenciosa. Ela Pode ser equipada com dardos normais, dardos soníferos ou
dardos explosivos; ou seja, pode ser usada como arma letal ou não. A espada pode ser usada numa batalha corpo a corpo ou em assassinatos silenciosos. Por último a navalha primavera é uma armadilha que pode ser plantada no chão e, caso algum inimigo passe por ela, é ativada e dispara lâminas a uma pequena distância. É extremamente eficaz e mortal.
     Durante as missões podemos achar moedas escondidas pelo cenário. Com as moedas podemos comprar melhorias para os nossos equipamentos, munição, poções de saúde, etc.
     O jogo possui um item que eu achei bastante curioso e um pouco irritante: O coração. Ele é usado para encontrar as runas e os encantos presentes no mapa. Ele é bastante útil e válido no jogo, sem dúvida, mas as constantes vibrações do controle quando estamos equipando o coração acompanhado do barulho de suas
batidas foram um pouco traumatizantes na minha experiência de jogador. O coração também revela segredos dos lugares e das pessoas que você encontra pelo caminho.
     Os encantos são itens mágicos criados a partir dos ossos de uma baleia que, quando ativados, garantem uma pequena vantagem para o jogador. Por exemplo, o Charme acrobata garante a Corvo uma maior agilidade no momento de escalar paredes. Existem vários charmes espalhados pelos níveis do jogo e você só os busca se tiver interesse em fazer melhorias em suas habilidades.
     Já as runas são bem mais importantes. Também são itens mágicos 
feitos de ossos de baleias, porém estes são capazes de nos fornecer habilidades sobrenaturais poderosas. O jogo possui um total de oito poderes que podem ser trocados pelas
runas coletadas. Entre eles estão o Time Blend (Dobra de tempo em português), que faz com que o tempo se torne mais lento para os seus adversários, o Blink (Piscada) que funciona como um tele transporte extremamente útil tanto para quem quer fugir de um combate, como para quem quer atacar. O Devouring Swarm (Grupo de ratos
devoradores) que, como o próprio nome diz, permite a Corvo conjurar ratos que atacam os inimigos e devoram seus corpos.
     As ações tomadas durante o jogo podem influenciar o desenrolar dos eventos. Por exemplo, quantos mais corpos estiverem no chão, mais ratos circularão e alertarão sua presença. Se você decidir executar certos inimigos, alguns personagens vão reagir a você de formas diferentes. O jogo possui dois finais, cada final é exibido dependendo das ações tomadas pelo jogador.
     O jogo é dividido em nove missões, sendo a primeira a fuga da prisão. Também existem missões opcionais, que às vezes podem render uma recompensa, que pode ser dinheiro, um charme,etc. Alguns cenários são muito criativos, como por exemplo o prostíbulo Golden Cat e a mansão da Lady Goyle. Nessa última, a missão acontece durante uma festa à fantasia e Corvo pode ser visto pelos soldados porque está usando uma máscara.
      Em relação aos gráficos, Dishonored deixa muito a desejar. Podemos observar várias texturas mal
trabalhadas. A constante repetição de certos elementos “decorativos” também é evidente. É fácil notar que um mesmo quadro aparece várias vezes em cenários diferentes.
      Em compensação, a direção de arte do jogo é fantástica. Os personagens são bem feitos e dão vida ao enredo do jogo. Infelizmente o jogo somente apresenta dublagem em inglês e não possui legendas. Porém os atores escolhidos para dublar Dishonored realizaram um ótimo trabalho.
     Dishonored veio para inovar e nos mostrar que os jogos de ação ainda têm muito a evoluir. Está longe de ser um jogo perfeito, mas conseguiu chamar bastante atenção merecidamente. Agora é só esperar para ver se a Arkane vai dar continuidade a esse trabalho e se outras empresas poderão se inspirar nessa obra que, com certeza, foi um dos melhores jogos de 2012.

+ Enredo
+ Ambientação
+ Jogabilidade
+ Inovação
- Gráficos
- Repetições no cenário
- Tela de carregamento demorada

Nota do Mateus: 8,5 (Muito bom!)